Sou favorável à existência de merenda escolar e, em determinadas condições, de restaurantes universitários públicos.
A questão não é "pagar a comida de desconhecidos", mas decidir se a sociedade considera educação e alimentação instrumentos para reduzir desigualdades e favorecer o aprendizado. Ao mesmo tempo, é legítimo exigir que esses programas sejam bem administrados, tenham critérios claros e evitem desperdícios ou subsídios para quem não precisa.
O debate não deveria ser entre "ter ou não ter", mas sobre eficiência, justiça e boa gestão dos recursos públicos.