Sim, sim...
Passei por um período de preconceito escolar (eu não curto o termo americanizado), e não tem como não dizer que não me afetou ou não me afeta e ainda possa ter efeitos em mim.
No fundo, acabava achando que não era merecedora de vez, de ter voz, de ser amada, querida e respeitada exatamente como sou;
Ah, eu sou uma adulta funcional. Trabalho. Viajo. Cuido da minha casa. Visito a minha família. Tenho pessoas queridas que posso chamar de amigos.
Mas ainda me sinto podada e sufocada em certas situações.
Ou, como dizem: tem coisas que são para os outros. Pra vc, não.