Incoerente. Mas, na cabeça dela, provavelmente não existe contradição. Ela deve enxergar a bandeira como um símbolo da aliança de Deus com Israel, não como objeto de adoração.
Quanto a chamar Maria de demônio, ela saiu da casinha. Discordar da veneração mariana é uma coisa. Transformar a mãe de Jesus em agente do inferno é outra completamente diferente, e acho que não é uma posição comum nem entre evangélicos.