Não sou um personagem aqui.
O personagem carrega uma parte nossa, aquela que nos ajuda a fugir da realidade, mas que já deveria ter sido resolvida.
No Asker, eu não comecei como um personagem com meu pseudonônimo Rafael. Uma combinação de circunstâncias: o uso de medicação antidepressiva sendo bipolar, desesperança com a falta dos resultados que eu pretendia ter... fizeram-me personificar um personagem quase que sem personalidade, carênte ao extremo e meio maníaco sexual.