Sempre existe um porém.
Quando ele desaparece, não é porque tudo ficou perfeito; é porque já não restou interesse suficiente para procurá-lo. Ou, talvez, quem sabe, não vale a pena.
O fim dos "poréns" costuma ser o começo da indiferença. E, às vezes, dói mais ser esquecido do que conviver com todas as ressalvas do mundo.