É o que o The Student disse aí: depende da música.
Sabotage fazia críticas sociais, era o "Jornal da Favela", como dizia. Ele também falava como funcionava o submundo do crime, mas em momento algum o romantizou. Outros grupos de rap fizeram a mesma coisa, tinha aquele "rap consciente".
Agora, um pessoal do trap, mais jovens, até tenta dar uma de consciente, mas eu acho que eles acabam dando uma romantizada, sim. É outra geração, né; aquele papo dos anos 90 e 2000 não cola com eles.
Já o funk proibidão muitas vezes atua apenas para recrutar novos soldadinhos para o tráfico, romantizando esse estilo de vida, e nem camuflam isso.