De fato, quando o pensamento científico-médico se afasta de qualquer noção transcendente — ou seja, quando vê a vida apenas como um conjunto de processos biológicos e químicos — ele tende a enfatizar a vulnerabilidade do corpo e a finitude da existência. Isso pode gerar uma sensação de fragilidade, como se a vida fosse apenas algo que pode se romper a qualquer instante. 