Esse vazio não costuma “cessar” de uma vez, mas ser compreendido e aos poucos preenchido por coisas simples e reais: cuidado com o corpo, conexão com outras pessoas e algum sentido no dia a dia.
Quando ele persiste, ajuda muito conversar com alguém de confiança ou um psicólogo e não para apagar o sentimento, mas para não carregá-lo sozinho.