A situação ganhou grande visibilidade em episódios recentes:Apelos a Donald Trump: O parlamentar pressionou o governo norte-americano para intervir internamente e pediu que os EUA classificassem certas facções criminosas brasileiras como grupos terroristas. Ele citou abertamente operações norte-americanas na Venezuela como exemplos a serem replicados no Brasil.Ameaças de Sanções: Além das menções militares, ele admitiu ter solicitado sanções e retaliações econômicas dos Estados Unidos contra o próprio país — algo que já resultou em taxas severas sobre produtos brasileiros.Contexto de Autoexílio: Desde que se licenciou da Câmara dos Deputados e passou a residir nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro tem utilizado sua plataforma para articular medidas punitivas contra o Brasil em troca de anistia política.Apoiadores e defensores da pauta justificam os pedidos como ferramentas de combate ao crime organizado, enquanto críticos apontam o apelo à intervenção estrangeira como crime de lesa-pátria.Ações dessa natureza envolvendo membros do Partido Liberal já haviam ocorrido antes, como quando o senador Flávio Bolsonaro sugeriu publicamente que os EUA bombardeassem a Baía de Guanabara (RJ) para combater o tráfico de drogas.