Se a pessoa volta a conversar como se nada tivesse acontecido sem reconhecer o conflito, sem reparar o que foi dito e sem qualquer sinal de consciência, isso costuma ser evitação ou até desrespeito, como se o incômodo do outro não precisasse existir.
Mas quando há maturidade, o “seguir em frente” não apaga o que ocorreu. Ele parte de algum nível de processamento, mesmo que silencioso: a pessoa entende o conflito, não precisa prolongá-lo, e escolhe não transformar aquilo em guerra contínua.