Na cultura do funk é normal. As mulheres são chamadas de pu**, piranh**, vagab*****, tem outros funks como pisa na cabeça dela, se não der vai ser fuzilada, tem um que conta a história de uma mulher em um helicóptero que o MC diz que se ela não der vão jogar ela lá de cima e etc.....
É a mesma cultura do crime organizado, eles tratam as mulheres da mesma forma dessas músicas e eles escutam essas músicas em caixa de som no máximo.
Pra eles é normal.
O interessante é que para o governo e para a mídia essas músicas não têm nada demais, o problema é um redpill fazendo comentários em redes sociais.
O traficante que raspa a cabeça da mulher vc nunca vai ver a mídia ou o governo criticando tal comportamento e associando isso à misoginia.
Pelo contrário, misógino para o governo e a mídia é o redpill que critica o crime organizado e que diz que a mulher não deve se envolver com zé droguinha, esse que é o misógino.
Vai entender o governo, vão querer censurar redpills na internet, mas esses funks do crime organizado com letras pornográficas e muitas vezes de apologia a facções o governo deixa no Youtube sem restrição de idade e muitas vezes até com monetização.
O que é estranho pois fica parecendo que o governo tá do lado do crime organizado e que vai punir qualquer grupo que se levante para criticar a cultura do crime organizado.
Também há funks com apologia à pedofilia, crianças cantando funks falando de BCT, pika, todo tipo de pornografia e o governo não manda excluir do Youtube. Mas pra censurar joguinhos do tipo Roblox ou novela das frutas o governo é bom.
Vai entender a lógica do governo.
Feministas também não falam um a sobre essa patifaria. Elas se calam.