Eu antes fazia muitos amigos por carta e por telefone, pois comprava revistas com seções de correspondências. Tinha muita gente atrás de vender ou divulgar os próprios produtos, mais aquelas pessoas que apenas gostavam de conhecer mais alguém. Daí, essas pessoas deixavam os telefones ou endereços residenciais.
Já virtuais, ainda tenho feito. Até porque, no Facebook e no Instagram, tem muitas pessoas que se identificam fortemente com minhas vertentes artísticas, sendo que algumas delas não são artistas: simplesmente admiram e apreciam bastante quem faz artes e os trabalhos alheios. Pois é!