Com certeza. Quem me conhece sabe o meu engajamento com apologética, e como eu já compartilhei por diversas vezes argumentos e evidências históricas do cristianismo, além de interagir com argumentos contrários.
Portanto, uma vez que as evidências estão disponíveis, penso que o ônus da prova cabe é quem nega isso. Simplesmente não acreditar por não querer acreditar e ficar repetindo que não acredita ou dizer que é absurdo sem mostrar exatamente qual ponto da doutrina é absurda não é convincente. Uma negação sem fundamentação ou contra-argumento é apenas uma resposta vazia, preguiçosa.