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A ex-primeira-dama publicou um vídeo nas redes sociais expondo o senador, pré-candidato a Presidente da República e colega de partido Flávio Bolsonaro...

De acordo com Michelle, ela e Flávio divergiram a respeito da formação de chapa com Ciro Gomes (PSDB) na eleição do Ceará: “Eles me tratam como se eu fosse idiota, como se eu fosse alguém que chegou ontem, mas eu não sou. Eu sei mais do que eles pensam”, declarou a dirigente do PL Mulher, que diz ter se sentido humilhada e desrespeitada.

Os vídeos estão disponíveis nas redes sociais de Michelle Bolsonaro, inclusive no Instagram, com algumas publicações paralelas no YouTube:

E você? O que acha?

Eu sempre achei que Michelle Bolsonaro passava uma vibe de Serena Joy Waterford, personagem de O Conto da Aia.

2 Respostas

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Vim animado achando que era ela dançando funk e me decepcionei.

Mas de fato, ela não é bobinha, ela sabe falar muito bem e é bem esperta, só não deixam ela se candidatar por ela ser mulher.

O que ela tem de bonita ela tem de esperta.
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editado por
Acho que eles são é inteligentes...

Ela puxa o eleitorado feminino para ela, provavelmente junto com a Damares, vira "inimiga" do Flávio, que coloca uma mulher de vice...

Essa briga tira o foco dessa pauta exclusivamente da esquerda...

Ameaça ajudar a esquerda, inclusive com um impeachment, se ele não cumprir com a pauta feminina, e entraria uma vice, mulher... E no fim faz um pacto "obrigando-o" a colocar a equipe dela no governo, para proteger as mulheres.

E ela puxa os votos de mulheres que não simpatizam com o Flávio.

Segundo uma pesquisa recente ela é a mulher mais influente do eleitorado, supera a primeira dama atual. Ou seja, quando se fala de pauta feminina o eleitorado lembra mais dela.

E não duvido, ela tem a pauta feminina muito forte.

Se o Flávio é rejeitado e a voz dele não adianta para virar voto, a Michele passa a o rejeitar também, conduzindo parcela desse eleitorado.

E política é assim, no final das contas o voto pode ocorrer em alguém que você não gosta, mas sob determinadas condições, acaba aceitando. Muita gente acaba aceitando, sim. Iria anular, passa a votar no Flávio porque a Michele vai o "fiscalizar" dentro do governo, sob um suposto risco de impeachment.

Num primeiro turno candidatos são inimigos, mas no segundo turno fazem as alianças, e quem não votaria em um, passa a votar nele porque o seu candidato entrará no governo.

Isso causa certa segurança em eleitoras que não gostam do Lula e iriam anular os votos. Ou mesmo que iriam votar no Lula, sem gostar dele, mas consideram Flávio pior, só que com a Michele "inimiga" no governo aceitam votar, porque teriam representatividade.

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