Inclusive, vou deixar aqui um relato meu aqui, se você ou qualquer outra pessoa se interessar...
No X, o antigo Twitter, eu encontro vários cristãos com foto de perfil de anime e bandeira do Vaticano no nickname sendo abertamente neonazistas. Não é uma banalização do termo... São pessoas que verdadeiramente se identificam com tais ideologias, abraçam explicitamente o rótulo de neonazistas e/ou neofascistas, ostentam ícones de identificação — inclusive a suástica — e compartilham suas ideias racistas, eugênicas, misóginas, antissemitas e homofóbicas sem qualquer pudor. E eu posso te fornecer o @ de cada perfil um por um, e publicações que viralizam dentro desse nicho que ultrapassam 10 mil curtidas, para você mesmo verificar e tirar as próprias conclusões.
Só que eu não posso tirar conclusões sobre os cristãos com base nisso, né?
Na internet o que você mais encontra são perfis anônimos que têm postura de troll... Então, eles compartilham rage bait e agora, com as novas políticas de monetização da plataforma, eles recebem dinheiro com base em engajamento. É o modus operandi comum em redes sociais.
Ninguém sensato debate com essas pessoas porque elas não estão abertas ao diálogo... Elas evidentemente só querem engajamento mesmo, e, para tal, elas vão falar coisas absurdas, sim. Igualmente, redes sociais não atraem pessoas sensatas para debate — elas estão na Academia ou em programas específicos com regras e tudo mais.
Você pode me falar que seu debate não foi nada disso... E eu não desacredito. É uma experiência válida como todas as outras. Mas eu continuo sem acesso à todas as informações.