Acho que cada pessoa precisa de uma narrativa própria. É uma questão de auto-conhecimento. Se por um lado não se pode ser o "dono da verdade" absoluta; quanto a própria individualidade e identidade, é interessante que cada pessoa tenha determinado no que acredita. E quanto mais se dialoga, mais uma pessoa enriquece a própria narrativa, e com isso, mais caminhos tem para achar saídas e soluções, que permitem que uma pessoa possa sempre ser "ela mesma", e verdadeira.