A raiva é uma conduta, por si só, uma emoção normal e até útil em algumas situações. O problema surge quando ela domina nossas ações.
Quando não há consciência ou controle, elas, ditas no calor do momento, ferem pessoas importantes. Exemplos disso estão nas decisões impulsivas das quais a gente arrepende depois; conflitos e rompimentos em amizades, nos relacionamentos e no trabalho; causa estresse físico; perda de oportunidades; sofrimento emocional, pois a raiva prolongada costuma alimentar ressentimento e amargura e como você citou, nesse caso extremo, a perda da vida.
Eu a vejo como uma chama que promete aquecer, mas, quando foge ao controle, costuma queimar primeiro a mão de quem a segura. Talvez por isso que, dentro do possível, tento agir com prudência.