Em termos práticos, não. Bancos hoje têm câmeras, rastreamento de dinheiro, registros digitais, cooperação entre instituições financeiras e investigações especializadas. Mesmo quando o criminoso não é pego imediatamente, pode ser identificado meses ou anos depois. E existe o problema de usar o dinheiro. Dinheiro roubado não entra naturalmente na economia legal. Movimentar grandes quantias chama atenção. É uma aposta de risco enorme para um retorno altamente incerto.