A rotina de uma pessoa escravizada numa fazenda de açúcar em Pernambuco era extremamente dura. O dia começava antes do sol nascer e seguia até a noite, com trabalho pesado no engenho ou no campo cortando cana, sob vigilância de feitores e castigos constantes. A alimentação era pouca, o descanso curto e as condições de vida ruins, em senzalas apertadas. Muitos sofriam violência física e psicológica, e poucos conseguiam fugir ou resistir de forma aberta.