A rotina de um astrônomo na antiga Babilônia, especialmente entre os séculos VIII e II a.C., era uma combinação de ciência, religião e serviço ao Estado. Esses especialistas eram frequentemente chamados de escribas-astrônomos ou caldeus pelos gregos posteriores. Eles trabalhavam para os reis e para os templos, observando o céu para prever eventos importantes.