Um viajante no Paris do século XVII encontraria uma metrópole vibrante, mas caótica e em rápida transição. Como a maior cidade da Europa, com cerca de 400 mil habitantes, a capital fervilhava de vida. Ao mesmo tempo que se tornava o grande centro absolutista de Luís XIV, o visitante se depararia com ruas sem saneamento, mas repletas de obras inovadoras e agito cultural.