Durante o domínio do Império Otomano, Jerusalém era uma cidade pequena, religiosa e multicultural. A maioria das pessoas vivia do comércio, artesanato e agricultura, frequentando mercados movimentados e locais sagrados. Muçulmanos, cristãos e judeus conviviam na cidade, que recebia muitos peregrinos. A vida era simples, com ruas estreitas, casas de pedra, impostos altos e problemas ocasionais de saúde e abastecimento de água. No século XIX, Jerusalém começou a crescer e se modernizar.