Os cirurgiões militares desempenharam um papel fundamental no Brasil colonial, especialmente porque havia poucos médicos formados disponíveis na colônia.
Suas principais funções eram:
Tratar soldados feridos em combates, expedições e ataques.
Realizar amputações, suturas e outros procedimentos cirúrgicos.
Cuidar de fraturas, infecções, queimaduras e ferimentos causados por armas.
Atuar em fortalezas, quartéis, navios e hospitais militares.
Combater doenças que afetavam as tropas, como febres, disenterias e epidemias.