O Morro do Castelo teve importância indireta, mas significativa, para a história da saúde do Rio de Janeiro.
O morro abrigou um dos núcleos mais antigos da cidade, fundada em 1565. Durante os períodos colonial e imperial, a área concentrava moradias, instituições religiosas e uma população bastante densa. Com o passar do tempo, as condições sanitárias se deterioraram: ruas estreitas, pouca ventilação e deficiência no escoamento de resíduos favoreciam a propagação de doenças.