A vida cotidiana nas reduções (ou missões) jesuítico-guaranis, que existiram entre os séculos XVII e XVIII na região que hoje abrange o sul do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, era caracterizada por uma rotina extremamente rígida, comunitária e sincronizada.
Tratava-se de uma experiência social única que misturava a disciplina monástica dos padres jesuítas com as tradições, a estrutura de parentesco e a cosmologia dos próprios Guaranis.