Eu sou a favor das pessoas terem o direito de morrer com dignidade...
Minha posição é questão de empatia mesmo. Se eu tivesse uma doença incurável, que me causasse dor extrema ou me deixasse em estado vegetativo, eu preferiria a morte. Aqui no Brasil existe o caso da Graziely Alves Régis, que nasceu com hidrocefalia congênita, os médicos estimaram que ela viveria apenas 3 meses, e ela já vive mais de 30 anos... Ou melhor, sobrevive... Você pode pesquisar o perfil dela no TikTok administrado pela mãe, e verá que Graziely passa 100% do tempo deitada numa cama de hospital. É dependente dos outros para absolutamente tudo, sendo carregada de um lado para o outro igual bebê. E a família depende de auxílios e doações... Porque os cuidados custam caro e eles são bastante humildes. Não estou dizendo e nem sugerindo que a família da Graziely deveria optar pela eutanásia dela, mas ninguém pode negar que essa mulher não vive dignamente.
Me desculpe, mas eu não queria viver desse jeito...
Paraplegia não é exatamente uma doença debilitante, né? Quer dizer que ela perdeu os movimentos apenas da cintura para baixo. Muitas pessoas vivem assim. Mas aí em casos extremos... Aí é complicado defender, na minha opinião.