É engraçado, né?
Em Curitiba, um vereador votou contra o próprio projeto depois da oposição ter sinalizado apoio. Era uma emenda de autoria de Eder Borges (PL) que tratava do intervalo mínimo para que um servidor contratado pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS) pudesse firmar um novo contrato... Ao invés de serem 24 meses, essa emenda reduziria esse tempo para 40 dias com o intuito de proteger a excepcionalidade da contratação temporária. Quando foi pautado em plenário, o PT votou a favor e o vereador autor do projeto, que era do PL, votou contra a própria emenda porque disse que, se o PT era a favor, ele só poderia estar errado.
Doideira, né?