Para os italianos, a preservação de monumentos históricos não é apenas uma diretriz governamental ou uma obrigação burocrática; é uma parte orgânica da própria identidade nacional e do cotidiano. Viver na Itália significa caminhar entre séculos de história a caminho do trabalho, tomar um café expresso olhando para uma fachada renascentista ou morar em um apartamento com paredes medievais.