Já parou para refletir sobre o quanto somos crédulos quando mais jovens?
A gente acredita!
Por acreditar temos a estranha tendência para sermos bons samaritanos e sairmos por aí levando nossas propostas de melhor modo de viver, inferindo juízos de valores e "doando bondades".
Éramos tolos! Não é mesmo, Tobit?
Hoje, mais maduros, nos questionamos:
* Elas, as pessoas, estavam de fato interessadas?
* Compreendiam a profundidade dos ensinamentos oferecidos?
* Saberiam pôr em prática para o bem de si mesmo?
Agora lembrando de Platão: "Há pessoas que nunca sairão das cavernas"
Foi pensando assim que desisti de jogar pérolas a porcos...
Grande abraço!