Na Idade Média, as pessoas consumiam leite das duas formas, mas a resposta carrega uma grande ironia histórica: as classes mais baixas (camponeses e pastores) bebiam o leite cru e fresco, enquanto os nobres e os médicos da época tinham pavor de leite e exigiam que ele fosse fervido — ou, na maioria das vezes, simplesmente o evitavam.
Diferente de hoje, não existia a pasteurização (criada apenas no século XIX). O consumo do leite cru na época dependia puramente de tempo e geografia.