Durante o papado de Júlio II, Roma era um centro de poder político e artístico em transformação. Ele fortaleceu o Estado Papal com campanhas militares e buscou expandir o controle da Igreja na Itália. Ao mesmo tempo, foi um grande patrono das artes, chamando artistas como Michelangelo e Rafael, impulsionando o alto Renascimento. A cidade vivia entre guerras, reformas políticas e um grande florescimento cultural.